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Bebida alcoólica em excesso fortalece doenças respiratórias

Grandes bebedores produzem menos monóxido de azoto. No entanto, este gás desempenha um papel na proteção contra algumas bactérias, especialmente as causadoras de infecções respiratórias.

Álcool prejudica o equilíbrio respiratório. Esta é a conclusão tirada por cientistas da Universidade Loyola, em Chicago (EUA), que analisou cinco anos de consumo de álcool por 12 000 pessoas.

Os participantes foram divididos em quatro grupos: abstêmios, bebedores moderados, bebedores pesados ​​(mais de dois drinques por dia em média para os homens e um vidro para as mulheres) e ex-bebedores. Os especialistas têm particular, medido na presença de óxido nítrico, um gás produzido naturalmente pelo corpo durante a respiração, no ar expirado de cada voluntário.

A falta de óxido nítrico

Avaliação do trabalho, cujos resultados foram publicados este mês na revista Chest, tendo em conta outros fatores, tais como a asma, dieta e uso de tabaco, os pesquisadores descobriram diferenças na composição da respiração diferentes grupos. O resultado do estudo revelou que os maiores bebedores emitem menos óxidos de azoto do que outros.

Este gás protege humanos contra certas bactérias, especialmente aqueles que causam infecções respiratórias. Bebedores são mais vulneráveis ​​a doenças infecciosas, álcool perturbando o equilíbrio de pulmão.

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