Contracepção Iumi – Benefícios, efeitos colaterais, preço e outras coisas

O contraceptivo IUMI preço tem que gostar muito formulada ao de Yaz, que combinam baixas doses de drospirenona hormônios (responsável por melhorar a pele, cabelo e amolecimento da retenção de líquidos) e etinilestradiol (ajuda a controlar menstrual o fluxo e os sintomas de TPM medicamento) Além disso, assim como o Yaz, o contraceptivo Iumi tem uma pequena pausa entre os cartões (4 dias). Confira mais informações sobre Iumi contraceptivo.

Benefícios e indicações de contraceptivo Iumi

Evita a gravidez
Libera a retenção de líquidos e o inchaço
Resolve a distensão abdominal (crescimento abdominal)
Amigo da balança
Reduz a acne na pele preço
Reduz a oleosidade da pele e do cabelo
Dosagem hormonal reduzida
Controla o fluxo menstrual e a duração
Combate os sintomas de PMS (cãibras, dores de cabeça, etc.)
Poster com 24 comprimidos (em vez de 21 como em contraceptivos usuais). Isso permite um maior controle sobre o ovário, não alterando tanto os hormônios ligados à PMS.

Reações adversas do anticoncepcional Iumi

Apesar da baixa dosagem hormonal do contraceptivo IUMI, ele também pode ter efeitos colaterais (como qualquer medicamento preço), observando que IUMI foi formulado de uma forma que minimiza os eventuais efeitos secundários, e os seguintes são casos que medicamento podem ser considerados raros, em As mulheres em geral não costumam ter efeitos colaterais com o uso de Iumi. Os principais efeitos colaterais são a náusea, dor abdominal, dor de cabeça, mudanças de humor, dor no peito, sono normal, sangramento desregulamentado, entre outros que podem ser encontrados no folheto informativo.

Observaram-se as seguintes reações adversas em estudos clínicos com medicamentos contendo etinilestradiol 0,02 preço

mg e drospirenona 3 mg ou etinilestradiol 0,02 mg, drospirenona 3 mg e levomefolato de cálcio 0,451 mg quando

usados como contraceptivos orais e medicamento contendo etinilestradiol 0,02 mg e drospirenona 3 mg no

tratamento da acne vulgaris preço moderada (espinha) em mulheres que buscam adicionalmente proteção contraceptiva

– Reações adversas comuns (entre 1 e 10 em 100 usuárias podem ser afetadas): instabilidade emocional

(alterações de humor), depressão/estados depressivos, enxaqueca, náuseas, dor nas mamas, sangramento uterino

inesperado (sangramento entre períodos menstruais), sangramento vaginal (sangramento não específico do trato

genital).

– Reações adversas incomuns (entre 1 e 10 em cada 1.000 usuárias podem ser afetadas): medicamento diminuição ou perda

do desejo sexual (libido)

– Reações adversas raras (entre 1 e 10 em cada 10.000 usuárias podem ser afetadas): preço eventos

tromboembólicos arteriais e venosos*

* Frequência estimada a partir de estudos epidemiológicos envolvendo um grupo de usuárias de contraceptivos

orais combinados.

Como ingerir Iumi contraceptivo medicamento

O pacote contraceptivo Iumi vem com 24 comprimidos e deve ser iniciado assim que o primeiro dia da menstruação e o comprimido deve ser tomado diariamente até o cartão ter desaparecido. No final do gráfico, é necessário um intervalo de quatro dias, durante o qual a menstruação deve ocorrer. No quinto dia, um novo cartão deve ser iniciado e o ciclo repetido medicamento preço.

Contra-indicações de Iumi contraceptivo

O contraceptivo IUMI é contra-indicada no caso de gravidez ou suspeita de gravidez, problemas circulatórios, especialmente aquelas relacionadas com a trombose, acidente vascular cerebral causado por um coágulo de sangue ou uma ruptura de um vaso sanguíneo no cérebro, quando houver sintomas de ataque cardíaco ou derrame cerebral, focal enxaqueca com sintomas neurológicos, diabetes mellitus com danos aos vasos sanguíneos, pancreatite associada a hipertrigliceridemia grave, icterícia ou doença grave do fígado, câncer que podem se desenvolver devido aos hormônios sexuais, insuficiência renal grave ou insuficiência renal aguda, presença ou história de tumor no fígado, sangramento vaginal inexplicável e hipersensibilidade (alergia) a qualquer dos ingredientes de Iumi.

Enfatizando que é essencial consultar um médico antes de começar a usar um contraceptivo ou qualquer outro medicamento.

 

Medicamentos Referências de Iumi preço

Yasmin , Yaz e Elani 28

Pessoas admitem que não se protegem dos raios solares no verão

Chega o fim do ano, todo mundo pensa logo em aproveitar o verão e conquistar uma cor mais saudável. Mas a exposição ao sol pode colocar a saúde em risco, e é preciso pensar em cuidado e proteção.

Dezembro é, também, um mês para alertar sobre a importância da prevenção – assim como o Outubro Rosa (do câncer de mama) e o Novembro Azul (de próstata). Neste mês, a cor adotada é o laranja, e o alvo da campanha, o câncer de pele. No ano passado, 176 mil novos casos da doença foram registrados no país.

O trabalho de conscientização sobre o câncer de pele já é feito há quase 20 anos no Brasil. Mesmo assim, uma em cada quatro pessoas admite que poderia se proteger melhor do sol, mas não o faz. Entre os jovens (de 18 a 29 anos), essa taxa é de um em cada três.

O levantamento “Panorama sobre Conhecimento, Hábitos e Estilo de Vida dos Brasileiros em relação ao Câncer”, feito pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc), indicou que esse tipo de tumor é um dos mais conhecidos pelos brasileiros, sendo citado por 89% deles. A maioria dos entrevistados (83%) também reconhecia que a causa direta do câncer de pele está relacionada à exposição ao sol.

Mas um dado preocupante é que 6% da população demonstra forte resistência para adotar hábitos preventivos. Entre pernambucanos, capixabas, catarinenses e rondonienses, a rejeição atinge 10%.

A engenheira química Rosa de Lima, 55, nascida e criada em Recife, não costumava usar protetor solar no dia a dia nem para ir à praia. Até ter o diagnóstico de um carcinoma em uma pinta no ombro. Trata-se de um tipo menos agressivo de câncer de pele, mas que, se não for descoberto cedo, pode ter complicações severas.

“Retirei o sinal (como recifenses chamam a pinta) com cirurgia e, depois disso, passei a usar blusa de manga e protetor solar. Hoje falo para todo mundo se proteger e mostro a cicatriz”, contou Rosa.

Trabalhadores. Com a mensagem: “Se exponha, mas não se queime”, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) enfatiza na campanha a importância de adotar hábitos cotidianos para a prevenção. Um dos focos de conscientização é o trabalhador que se expõe ao sol diariamente.

“Quem tem histórico de exposição crônica, trabalhando sempre exposto ao sol, vai ter um risco maior de câncer de pele no futuro. É um dano acumulativo ao longo dos anos, que vai fazer diferença quando a pessoa chega aos 50 anos”, explica a dermatologista Michele Diniz, coordenadora da campanha em Minas Gerais.

O sol faz parte da vida de Nilton Oliveira, 53, mensageiro do Sindicato dos Empregados em Empresas de Prestação de Serviços em Asseio e outras categorias de Belo Horizonte, o Sindeac. Há 30 anos, ele vive em cima de uma moto ou de um cavalo – quando era policial militar – e debaixo dos raios solares.

“Passo protetor às vezes, tenho a pele negra, acredito que corro menos risco”, confessa Oliveira. Sim, as pessoas mais claras são mais propensas a desenvolver câncer, mas todos precisam de proteção, alertam os especialistas.

Oliveira sabe e destaca que o sindicato orienta os trabalhadores, principalmente os garis, que estão mais expostos, a usar filtro solar e equipamentos de proteção.

A dermatologista destaca que os casos estão aumentando, consequência da cultura antiga de não prevenir, medicamentos, que agora mostra seus efeitos. “Hoje em dia, as pessoas estão mais conscientes. O bronzeado não é mais sinônimo de uma pessoa saudável”, afirma Michele.
Mutirão. Nas campanhas preventivas da SBD, desde 1999, foram atendidas 500 mil pessoas no Brasil, cerca de 30 mil por ano, e detectados 40 mil casos de câncer de pele. Saiba mais em sbdmg.org.br.
Números. Cerca de 70% dos cânceres de pele são carcinomas basocelular, menos agressivos, tratados com cirurgia. Mas, cerca de 5% são melanomas, forma mais grave – 1.547 pessoas morreram em 2016 com esse mal.

Estudo mostra que preconceito distancia pacientes com HIV da medicina

Novo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids, Unaids, mostra que problema está criando barreiras a serviços de prevenção, testagem e tratamento e colocando vidas em risco; estudo foi apresentado no Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos, em Genebra.

Combate à Aids.

Laura Gelbert Delgado, da ONU News em Nova Iorque.

O Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids, Unaids, lançou um novo relatório mostrando como o estigma e a discriminação estão criando barreiras a serviços de prevenção, testagem e tratamento e colocando vidas em risco.

O preço do medicamento foi apresentado pelo chefe do Unaids, Michel Sidibé, durante o Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos. O estudo mostra como as pessoas vivendo com HIV que enfrentam níveis altos de estigma relacionado à doença têm probabilidade duas vezes maior de adiar o início do tratamento.

Afronta

Para Sidibé, “estigma e discriminação são uma afronta aos direitos humanos” e colocam vidas em perigo.

Segundo o Unaids, pessoas vivendo com HIV muitas vezes evitam ir a clínicas com medo de ter seu status divulgado ou sofrerem ainda mais discriminação. Em 19 países com dados disponíveis, uma em cada cinco pessoas com o vírus evitou ir a um centro de saúde com medo de estigma ou discriminação. O relatório destaca que esses medos não são infundados.
O Programa alerta que quando pessoas com HIV esperam até estarem muito doentes para buscar ajuda, tem probabilidade menor de responder bem à terapia antirretroviral.

Proteção

O estudo mostra que quando programas foram colocados em prática para enfrentar o problema, o acesso a serviços para prevenção, testagem e tratamento do HIV melhorou.
O relatório destaca que, para chegar a todas as pessoas vivendo ou com risco de contraírem o HIV e para ligá-las a serviços de prevenção e tratamento, o mundo precisa confrontar a discriminação.

O Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos está sendo realizado em Genebra, na Suíça, até esta quarta-feira comprar remédio . O tema é “Promoção e proteção dos direitos humanos no contexto da epidemia do HIV e outras doenças transmissíveis e epidemias”.

Lotes de paracetamol e amoxicilina irregulares estão suspensos pela Anvisa

Lotes de três medicamentos foram suspensos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quarta-feira (30), após ter sido identificado que havia problema na qualidade ou no processo de fabricação. A medida vale somente para os produtos e laboratórios citados na resolução publicada no Diário Oficial da União.

O lote 0130/16 do Paracetamol (laboratório Hipolabor Farmacêutica Ltda.) foi suspenso depois que o Laboratório Central de Saúde do Governo de Santa Catarina identificou material sólido na solução, que deveria ser totalmente líquida. Mesmo tendo sido classificado como caso de baixo risco, a ação, preventiva, indica a não utilização.

Paracetamol Hipolabor Farmacêutica Ltda. Solução oral 200mg/mL 2 paracetamol, Medicamento genérico Lei 9.787, de 1999

FORMA FARMACÊUTICA:

Solução oral em frasco com 15mL, contendo 200mg/mL de paracetamol

APRESENTAÇÕES:

200mg/mL – Cartucho contendo 01 frasco plástico gotejador de 15mL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO • USO ORAL

COMPOSIÇÃO:

Cada mL (15 gotas) de solução oral contém:

Paracetamol 200mg

Veículo q.s.p. 1mL

(polietilenoglicol 400, ácido cítrico, ciclamato de sódio, essência de laranja, sacarina sódica, benzoato de sódio, corante

amarelo de tartrazina, bissulfito de sódio, água de osmose reversa)

Todos os lotes do Amoxil BD (amoxicilina tri-idratada) que está em nome da Glaxosmithkline Brasil nas embalagens de 200mg/5mL Pó suspensão oral X 100ml e 400mg/5ml Pó Suspensão Oral x 100ml estão suspensos.

GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Suspensão Oral 200 mg/5 mL e 400 mg/5 mL

Amoxil BD suspensão oral
Amoxil BD amoxicilina

APRESENTAÇÕES

Pó para suspensão oral: embalagem com frasco de 100 mL (200 mg/5 mL e 400 mg/5 mL) acompanhado de seringa dosadora.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (ACIMA DE 2 MESES DE IDADE)

COMPOSIÇÃO

Cada dose de 5 mL de suspensão oral contém:

amoxicilina (na forma triidratada)* 200 mg ou 400 mg
veículo** q.s.p. 5 mL

* Equivalente a 229,6 mg ou a 459,2 mg de amoxicilina triidratada respectivamente.
** Veículo: benzoato de sódio, citrato de sódio, corante vermelho no 40, dióxido de silício coloidal, goma xantana, sabor chiclete, açúcar.

Neste caso, o fabricante mudou a forma de fabricação do princípio ativo do medicamento. A Anvisa precisará realizar autorização prévia para garantir que a mudança não altere o funcionamento do medicamento no organismo e o tratamento dos pacientes.

Já o lote 15L20A do Sulfametoxazol + Trimetoprima 800 + 160mg foi suspenso porque o Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, identificou problemas na análise visual do produto que identifica se a forma, cor, textura e aspecto geral estão de acordo com o padrão do medicamento em questão.

O sulfametoxazol + trimetoprima é indicado para o tratamento de infecções causadas por microrganismos sensíveis à

associação dos medicamentos trimetoprima e sulfametoxazol, como certas infecções respiratórias, gastrintestinais,

renais e do trato urinário, genitais (homens e mulheres), infecções da pele, entre outros tipos de infecções.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Anvisa

Qual sua taxa de colesterol? a maioria não sabe.

Pesquisa recente, realizada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), revela que 41% da população não se preocupam com as taxas de colesterol e 11% nunca fizeram o exame. No Dia Nacional de Controle do Colesterol, 8 de agosto, a SBC faz uma campanha no país inteiro.
O levantamento foi feito com 850 pessoas acima de 25 anos, em todo o Brasil. 67% delas não sabem sua taxa atual de colesterol e 65% desconhecem que o LDL é o colesterol ruim. “O ideal é ter o Colesterol Total abaixo dos 200mg/dl, o LDL (colesterol ruim) abaixo dos 100 mg/dl e o HDL (colesterol bom) acima dos 40 mg/dl nos homens e acima de 50 mg/dL no caso das mulheres”, explica o diretor científico da SBC, Raul Dias dos Santos.
O presidente da entidade, Marcus Bolívar Malachias, lembra que o colesterol desempenha funções essenciais no organismo, como produção de hormônios e vitamina D. Mas o excesso dele no sangue é prejudicial e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. “40% da população adulta, no Brasil, têm colesterol elevado, ou seja, mais de 57 milhões de pessoas podem ter um infarto ou um AVC, a qualquer momento”, alerta o cardiologista. Por ano, as doenças cardiovasculares matam cerca de 350 mil brasileiros.
Segundo a pesquisa, 89% dos entrevistados acreditam que todas as pessoas precisam realizar o exame de colesterol, mas quase a metade (47%) fez o exame pela última vez há mais de um ano ou nunca fez. “O estudo nos mostrou mais um dado preocupante: 49% da população não sabem a duração correta de um tratamento para baixar o colesterol e a necessidade acompanhamento médico”, destaca o diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da SBC, Weimar Sebba Barroso.
Durante a campanha, serão distribuídos folhetos que explicam a importância de uma vida mais saudável para manter o colesterol nos níveis ideais. O diretor de Comunicação, Celso Amodeo, explica que a alimentação é o fator mais comum para a elevação do colesterol. Tendências genéticas ou hereditárias, como a hipercolesterolemia familiar, obesidade e pouca atividade física também contribuem. “É preciso evitar as gorduras, principalmente as saturadas – presentes em alimentos de origem animal e as gorduras trans encontradas em alimentos industrializados. Frutas, verduras, legumes e grãos evitam o aumento do colesterol”, diz Amodeo.
Praticar exercícios físicos regulares, evitar o fumo e o estresse também são recomendados. Weimar Sebba Barroso salienta que “o uso continuo de medicamentos para baixar o colesterol é indicado para muitos casos, mas só o médico poderá prescrevê-los dependendo do risco de problemas cardíacos de cada indivíduo”.
O controle do colesterol é tratado como prioridade pela Federação Mundial do Coração (WHF) e pela Organização Mundial da Saúde, que acabam de divulgar um amplo estudo sobre os desafios para diagnóstico e tratamento dos indivíduos sobre risco. “O documento enfatiza o papel do colesterol como causa de doença cardiovascular e o seu controle faz parte da proposta de redução em 25% do risco cardiovascular para 2025, no mundo todo. Destaca também a necessidade de identificação e tratamento dos portadores de hipercolesterolemia familiar, doença genética frequente e associada a 13 vezes mais risco de doença cardiovascular que a população normal”, conta Raul Dias dos Santos, que participou do projeto.
No site da SBC (www.cardiometro.com.br), onde são estimadas as mortes pelo coração, ao longo do ano, testes avaliam riscos de uma parada cardíaca e de uma pessoa sofrer um infarto nos próximos 10 anos.
Mais informações: http://prevencao.cardiol.br/campanhas/colesterol.asp

Seu medicamento não esta disponível para compra e agora…

O que fazer quando um remédio some das drogarias?

Laboratórios devem avisar a Anvisa sempre que houver risco de desabastecimento

Segundo especialistas, o setor farmacêutico no Brasil está atrasado 30 anos num mercado que já movimenta US$ 160 bilhões por ano no mundo

RIO – Quantas vezes um paciente vai atrás de um medicamento e, após correr por várias redes de farmácia, não o encontra? Uma dor de cabeça a mais, com certeza. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Brasil tem cerca de 25 mil medicamentos registrados, sendo que desses pelo menos 12 mil foram comercializados em 2016. Isso sem contar os homeopáticos, fitoterápicos, odontológicos, polivitamínicos e produtos notificados. Mas, mesmo com tantos registros no mercado, em alguns momentos, pacientes e usuários de medicamentos podem ter dificuldade para encontrar o produto que precisam.
De acordo com a agência reguladora, Isso pode acontecer por alguns motivos. Mas, sempre que o consumidor perceber que um medicamento sumiu do mercado, é importante procurar a empresa fabricante para saber o motivo do desabastecimento. Se a resposta não for satisfatória, a orientação é procurar a Anvisa para se informar sobre o caso ou fazer uma denúncia.

A Anvisa não pode obrigar um fabricante a manter um produto no mercado, mas os laboratórios são obrigados a informar sempre que houver risco de um produto sair das prateleiras e deixar pacientes sem tratamento. Esse aviso deve ser feito com, pelo menos, 12 meses de antecedência, quando houver risco de desabastecimento. É o caso de medicamentos únicos no mercado ou que representam uma fatia importante do abastecimento. Neste caso, a empresa deve manter o abastecimento durante os 12 meses. Quando a interrupção for por motivo não previsível, este aviso deve ser feito em até 72 horas depois do fato que prejudica o fornecimento.

O que fazer quando não encontrar um medicamento

Caso não encontre o medicamento que procura, o consumidor deve entrar em contato com Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do laboratório para saber onde o medicamento pode ser encontrado na sua cidade e se está ocorrendo algum problema. Consulte a lista de Descontinuação de Medicamentos. Pela lista, é possível saber se o laboratório informou que o produto terá interrupção na sua produção e quando isso aconteceu. Se o consumidor suspeitar que o laboratório não informou corretamente sobre a falta do produto ou que não está ocorrendo o abastecendo adequado da sua região, ou mesmo que a empresa não está cumprindo o prazo de seis meses, acione a Anvisa pelo Fale Conosco

Como fica o tratamento do consumidor?

A maior parte dos medicamentos do mercado possui genéricos ou similares. Se o consumidor tiver uma receita médica com o nome genérico do produto, ele pode procurar o farmacêutico para que ele dê orientações sobre algum produto intercambiável. Pode também procurar seu médico para ter orientações sobre a substituição do medicamento. No caso daqueles que são únicos no mercado, pode ser necessário a avaliação profissional para alterar o tratamento.

Motivos para que o medicamento não seja encontrado

Anvisa recomenda interrupção imediata de uso de medicamentos suspensos – .
São vários os motivos pelos quais um medicamento não seja encontrado no mercado, como ainda não existir registro no Brasil ou este ter sido cancelado, diz a Anvisa. Há ainda a possibilidade de o laboratório ter parado de fabricar o produto; haver problemas de distribuição do medicamento em sua cidade; o laboratório ter parado temporariamente de produzir o produto; ou o medicamento ter sido retirado do mercado pela Anvisa por problemas na qualidade.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/o-que-fazer-quando-um-medicamento-some-das-farmacias-21593422

Mulher morre apos contrair Raiva de morcego no Recife

Recife confirmou o primeiro caso de raiva humana em dezenove anos, de acordo com Jurandir Almeida, gerente de Vigilância Ambiental e Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde do Recife.

Adriana Vicente da Silva, de 36 anos, morreu na última quinta-feira (29), no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), mas o resultado do exame realizado pela Instituto Pasteur, de São Paulo, que confirmou a causa do óbito, foi divulgado somente nesta segunda-feira (3).

O laudo do exame mostrou que o vírus encontrado em Adriana é de origem silvestre (cepa 3), proveniente de um morcego hematófago (que se alimenta de sangue). Jurandir acredita que o gato que transmitiu a doença para a mulher tenha entrado em contato com um morcego contaminado.

“Fazia 12 anos que não tínhamos registro de raiva canina ou felina [ciclo urbano]. Por causa da aproximação da zona urbana e silvestre, casos assim são raros, mas podem acontecer”, afirmou o gerente.

Antes mesmo da confirmação, após ser levantada a suspeita de raiva, o Centro de Vigilância Ambiental do Recife iniciou as medidas necessárias para evitar novos casos da doença.

“Em um raio de 1 quilômetro da residência da vítima nós iniciamos a vacinação de cães e gatos em cada domicílio. Também instalamos postos de vacinação em um raio de 5 quilômetros do local e iniciamos uma vistoria para capturar morcegos que estejam escondidos em residências abandonadas, por exemplo, além de orientar a população sobre a importância de vacinar os animais e notificar caso encontrem algum morcego, cão ou gato com características alteradas”, diz Jurandir.

O caso

Adriana era dona de uma pet shop e havia sido ferida na mama direita por um gato no dia 26 de abril. Na época, a mulher não procurou nenhuma unidade de saúde para relatar o ocorrido e tomar as medidas de saúde necessárias.

Somente no dia 18 de junho, quando os sintomas começaram a se desenvolver, ela foi internada no Hospital Agamenon Magalhães, localizado na Zona Norte do Recife. Na última segunda-feira, em razão do agravamento do quadro, ela foi transferida para o HUOC, onde faleceu.

Segundo Jurandir, o fato de ela ter demorado para notificar o acidente e procurar ajuda foi um agravante, tanto de seu estado de saúde quanto do combate a novas transmissões.

Raiva em humanos

A raiva é uma doença de origem viral transmitida, em geral, pelo contato com a saliva ou secreções de animais infectados, como mordidas, arranhões ou lambidas. Nos animais, os sintomas da doença geralmente são dificuldade para engolir, salivação abundante, mudança de comportamento, mudança de hábitos alimentares e paralisia das patas traseiras.

Nos cães, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um “uivo rouco”, segundo informações do Ministério da Saúde. “Gatos agressivos, morcegos voando de dia ou caídos no chão são sinais de alerta”, diz Jurandir.

Em humanos, os sintomas começam com transformação de caráter, inquietude, perturbação do sono, sonhos tenebrosos, alterações na sensibilidade, queimação, formigamento e dor no local da infecção. Posteriormente, instala-se um quadro de alucinações, febre e crises convulsivas. Como provoca inflamações no cérebro e na medula, o índice de letalidade da doença é de aproximadamente 100%.

Uma vez mordida ou agredida por um animal, mesmo se ele estiver vacinado contra a doença, o ideal é lavar imediatamente o ferimento com água e sabão e procurar com urgência o serviço de saúde mais próximo para avaliação e prescrição de profilaxia antirrábica humana adequada, que consiste em tomar vacina e soro logo após o incidente.

Cura da raiva

Em Pernambuco, o último registro da raiva em humanos foi em 2008. Na época, um garoto, morador de Floresta, no sertão, levou uma mordida de um morcego e foi diagnosticado com a doença. O adolescente sobreviveu e foi o primeiro caso de cura de raiva humana no Brasil.

Fonte: Revista Golpista

Empresa Bioquark realizara experimentos para “ressuscitar os mortos”

No final de 2016, a Bioquark, uma empresa com sede na Filadélfia, EUA, anunciou acreditar que a morte cerebral não é, afinal, “irreversível”. Agora, pela voz do CEO, Ira Pastor, revelou que os testes em humanos de um método inédito que envolve o uso de células estaminais vão ter início em breve num país não identificado (Brasil?) da América Latina.

Na maioria dos países, a declaração do óbito implica uma perda total e irreversível das funções cerebrais. O que a Bioquark quer testar é uma série de injeções que conseguem, em tese, “reiniciar” o cérebro.

Inicialmente, o plano de Pastor e de Himanshu Bansal, um cirurgião ortopédico, era levar a cabo os primeiros testes na Índia, mas, poucos dias depois do anúncio, o plano foi travado pelo Conselho de Investigação Médica do país.

A manter-se o plano que estava previsto para a Índia, o processo deverá começar com uma observação de indivíduos em morte cerebral, na sequência de uma lesão traumática, entre os 15 e os 65 anos, com recurso a imagens de ressonância magnética, em busca de sinais da possibilidade de reverter o quadro de morte cerebral.

A partir daí, o plano apresentado no ano passado dividia-se em três estágios: primeiro, a colheita de células estaminais a partir do sangue do próprio indivíduo, que seriam depois reinjetadas de volta no corpo; em seguida, receberia uma dose de péptidos injetada diretamente na espinal medula, e, por fim, o “paciente” seria submetido a uma estimulação nervosa, que incluiu o uso de lasers, ao longo de 15 dias.

Estes ensaios da Bioquark fazem parte de um projeto intitulado ReAnima, que, segundo o site oficial, “explora o potencial da tecnologia biomédica de ponta para a neuro-regeneração e neuro-reanimação humana”.

Em declarações ao Daily Mail online, no ano passado, Pastor explicava que o foco do projeto ReAnima são os casos de morte cerebral ou coma irreversível, a receber ainda suporte cardio-pulmonar, num estado que em muitos países se designa como “cadáver vivo”.

Sera que assim que começa a saga do #twd ?

Crise na economia surge um novo modelo popular de farmácia e drogaria

Depois do surgimento dos planos de saúde com mensalidades mais baratas, a crise agora impulsiona o crescimento de farmácias com o modelo popular. As redes oferecem, no mínimo, 10% de desconto em relação à média do mercado, e para medicamentos genéricos o abatimento não é inferior a 45%. O faturamento do segmento cresceu 83,44% em um ano, segundo levantamento da Associação Multimarcas de Farmácias (Farmarcas). O resultado foi obtido pelas redes Ultra Popular, Super Popular e Maxi Popular, que movimentaram R$683 milhões, em 2016. De olho na crise, as redes populares adotaram modelo para oferecer medicamentos e produtos de higiene pessoal a preços mais baixos ao consumidor, através de redução de margens de lucro e de negociação coletiva com laboratórios, fornecedores e até empresas de cartão de crédito.

— Temos uma proposta de baratear nossos custos e conseguir reduzir os preços para os clientes. Não somos uma farmácia de serviços. E, por isso, não oferecemos entrega em domicilio, atendimento telefônico e não trabalhamos 24 horas. O próprio tamanho do estabelecimento é menor — explica Edison Tamascia, presidente da Farmarcas, acrescentando que já existem lojas em 18 estados.

Entidades de defesa do consumidor alertam que mesmo entre farmácias da mesma rede, o remédio pode custar até quatro vezes mais.

— Não deixe de pechinchar. Caso prefira a compra online, cuidado para não ser vítima de medicamentos falsificados. Tome algumas precauções. O endereço eletrônico da farmácia deve ter “.com.br” e deve conter na página principal todas as informações do estabelecimento, como a razão social, endereço, CNPJ, horário de funcionamento, telefone, nome e número de inscrição no Conselho Regional de Farmácia (CRF) do Responsável Técnico e Licença ou Alvará Sanitário —orienta Lívia Coelho, advogada e representante da Proteste.

Atenção consumidor

Precaução

A primeira orientação é que a embalagem esteja lacrada com a rótulo em português.

Informação

A embalagem deve apresentar o prazo de validade, data de fabricação, número do lote e as advertências sobre o produto.

Líquidos

Medicamentos de apresentação na forma líquida, como soros e xaropes devem vir sempre com lacre.

Medicamento para Doença de Chron é introduzido no SUS

O Ministério da Saúde incorporou ao Sistema Único de Saúde (SUS) o medicamento Certolizumabe Pegolpara tratamento da Doença de Crohn. A decisão atualiza o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) dessa doença e moderniza os tratamentos médicos, formas de atuação e dosagem do remédio.

A Doença de Crohn é uma patologia inflamatória que pode afetar qualquer parte do tubo digestivo, desde a boca até o ânus. Pacientes com o estágio moderado a grave geralmente apresentam os seguintes sintomas: febre, perda de peso, dor abdominal acentuada, anemia e diarreia frequente. Com esse novo medicamento, a expectativa é amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do portador da doença.

O tratamento costuma exigir uma combinação de medicamentos e procedimentos cirúrgicos necessários para tratar obstruções e complicações infecciosas. O remédio também tem indicação para os pacientes adultos que não tiveram resposta adequada a outros tratamentos.

Atualmente, o SUS oferece sete remédios para o tratamento da doença de Crohn: ciclosporina, azatioprina, metotrexato, sulfasalazina, mesalazina, infliximabe e adalimumabe. Cabe aos gestores estaduais e municipais estruturar a rede assistencial, definir os serviços referenciais e estabelecer os fluxos para o atendimento dos indivíduos com a doença em todas as etapas do tratamento.

PCDTS

O objetivo dos PCDTs é estabelecer os critérios de diagnóstico e tratamento de cada doença, assim como as doses e medicamentos adequados para cada caso. Também são avaliados os mecanismos para monitoramento clínico em relação à efetividade do tratamento e supervisão de possíveis efeitos adversos.

As publicações têm como base os conceitos das Redes de Atenção à Saúde, que contam com sistemas logísticos e de apoio necessários para garantir a oferta de ações de promoção, detecção precoce, diagnóstico, tratamentos e cuidados paliativos e integrais por meio da rede pública de saúde.

Desde a criação, a comissão incorporou 178 tecnologias ao SUS, com impacto estimado de R$ 2,5 bilhões. Entre as últimas incorporações de destaque está o medicamento Dolutegravir, considerado o melhor antirretroviral para pacientes que vivem com Aids. A expectativa é que cem mil pessoas iniciem o novo tratamento em 2017.

 

Tratamento visa tratar obstruções e complicações infecciosas no sistema digestivo dos pacientes